quarta-feira, 30 de abril de 2008

Minha vista!

Fala sério!?
Dá para ficar estessado com uma vista dessas?
É por isso que eu amo trabalhar! rs
Essas, meus amigos, é a vista da empresa que trabalho. E as fotos foram registradas pelo meu amigo Sant'anna.

(Baía de Guanabara e Pão de Açúcar no fundo - 17:30h)

(Aterro do Flamengo - 18:00h)

Beijo no pé!
(vou ficar aqui admirando a paisagem...)

terça-feira, 29 de abril de 2008

Bollywood!!!

Aeeeeeeeeeee
Tava demorando!
Finalmente vou postar algo referente ao universo Bollywoodyano!

Esse clipe aqui embaixo foi uma das músicas que eu ouvia incansavelmente quando voltei da India. Ouvia e ficava emocionada de saudades! E pulava na sala da casa da minha mãe...

É para vcs verem que a India não é só gente comendo com a mão, rezando e usando roupas coloridas... A India é muito mais que isso!

Tem muita gente bonita, talentosa e criativa lá!
Tem muita música boa também!

Assiste só! Depois vai dizer que é ruim, vai?!?!?!


Filme: Zeher
Música: Woh Lamhe

Wo Lamhe, wo baatein,
Aqueles momentos, aquelas conversas
Koi na jaane,
Ninguém sabe
Thi kaisi raatein,
Que noites foram essas
Hooo, barsaatein,
Oooh, chuvas
Wo bheegi bheegi yaadein,
Essas lembranças úmidas (de choro) ....
Wo bheegi bheegi yaadein...
Essas lembranças úmidas (de choro) ....

Na main jaanoun, Na tu jaane
Nem eu sei, nem você sabe
Kaisa hai ye mausam,
Que tempo é este
Koi na jaane,
Ninguém sabe
Kahi se hai fizaa aayi,
Essa atmosfera veio de algum lugar
Ghamon ki dhoop sang laayi,
Ela veio brilhar depois do longo luto
Khafaa hogaye hum,
E tornou a nos perturbar
Judaa hogaye hum,
E tornou a nos separar

Wo Lamhe...

Saagar ki Gehraayi se, Gehra hai Apna pyaar,
Nosso amor é mais profundo do que as profundezas do oceano
Sehraoun ki in hawaon me,
Nestes ventos do deserto
Kaise aayeee-gi bahaar,
Como a Primavera poderá vir?
Kahan se ye hawa aayi?
De onde vem o vento que fez isso?
Ghataayen kaali kyoun chhaayi?
Porque têm tantas nuvens negras o céu?
Khafaa hogaye hum,
E tornou a nos perturbar
Judaa hogaye hum,
E tornou a nos separar ...

Wo Lamhe...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Não páre de correr!... Não páre!... Continue!...


Resolvi colocar no blog o texto que me ajuda a tomar decisões na vida desde que eu comecei a lutar pelos meus objetivos.
É bem simples, é bem bonitinho... Próprio para crianças. Mas eu acho muito profundo e mexe muito comigo.
Por ter sonhos considerados "diferentes", sempre precisei deixar de dar ouvidos as pessoas e correr... correr... correr...

Lancei objetivos grandes! Vou precisar seguir o exemplo desse sapo. Vou precisar SER esse sapo... mais uma vez... e quantas vezes forem necessário. Nada me segura!

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"Era uma vez uma corrida de sapinhos: o objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição... mas a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre.
O que mais se ouvia era:
- Que pena, esses sapinhos não vão conseguir.... não vão conseguir!
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo. E a multidão continuava gritando:
- Que pena, esses sapinhos não vão conseguir.... não vão conseguir!
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um, menos aquele que continuava tranqüilo, embora arfante. Ao final da competição, todos haviam desistido, menos ele. A curiosidade tomou conta de todos.... queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo."

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Preciso falar mais alguma coisa???
Há sim!...
Beijo no pé de todos!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Pensem nela!...

Gostaria hoje de deixar uma frase que considero muito verdadeira.
Não estou deixando aqui exatamente por causa da postagem anterior, onde me referia sobre a cultura "americanizada", tampouco sobre a ignorância cultural. Essa frase é muito mais que isso!
... É só uma frase para pensar...
... pensem nela!
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“O fato de milhões de criaturas compartilharem os mesmos vícios não os transformam em virtudes; o fato delas praticarem os mesmos erros não os transformam em verdades e o fato de milhões de criaturas compartilharem a mesma forma de patologia mental não torna estas criaturas mentalmente sadias”.
(Erich Fromm)
Beijo no pé!

terça-feira, 22 de abril de 2008

Filme - Uma Jornada de Esperança


Tenho gostos cinematográficos fora dos padrões "normais hollywoodyanos".

Meus filmes favoritos não são produções norte americanas como a maioria das pessoas, claro, com algumas brilhantes excessões. Gosto dos chamados filmes "cult", no inglês: culto, nome merecidamente dado, já que se tratam da verdadeira cultura, independentemente de qual país o tenha produzido.

Procuro assistir filmes de todos os cantinhos desse mundo e estudar diferentes culturas. Gosto de ver as diferenças de uma cultura para a outra. Procuro ter olhos e coração puros para entender e respeitar nossas diferenças (nós e dos outros países), coisa difícil de ver nas pessoas. Aprendemos a gostar dos "americanos", dos fast-foods americanos, dos filmes americanos, da postura americana de ser... Acabamos nos perdendo da nossa própria cultura brasileira (pois nem é mais totalmente nossa) e acabamos julgando "as outras" diferentes, no pior sentido da palavra, sem ao menos conhecê-las, criando assim um imenso "pré-conceito" detrutivo.

Isso me deixa revoltada! Somos educados a ser ignorantes e discriminativos , e quando tentamos não ser, quando brigamos por mais aprendizados, somos ironicamente chamados de "cult", como se ser "cult" fosse um novo adjetivo (não muito agradável) a pessoas consideradas "diferentes" dos padrões "normais". Digo assim pois é exatamente o que acontece comigo muitas vezes...

Enfim... É difícil dialogar com pessoas ignorantes!... apesar de eu tentar muitas vezes... e continuarei tentando, já que respeito essa opinião.
Afinal, para respeitar a cultura alheia, tenho, antes de mais nada, respeitar a minha, o meu povo...


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Ontem, assisti um filme africano com meu pai (esse eu tô quase conseguindo! hehe) chamado: UMA JORNADA DE ESPERANÇA, ganhador de diversos prêmios.

"É a história de um pequeno menino chamado Musa que vê sua família morrendo por uma misteriosa "bruxaria" no interior da África do Sul. Ele sai de seu povoado para encontrar o tio que saiu para trabalhar, e aproveita para tentar arrumar dinheiro para comprar a vaca que foi sacrificada aos deuses pela saúde do pai, este que acabou morrendo também.
Musa conhece um homem que o ajuda a encontrar o tio e, no decorrer da história ele descobre o verdadeiro nome da tal "bruxaria" que, não estava matando só no povoado dele, mas em todo o país: a AIDS."


Vê como os africanos lidam com essa doença é muito curioso. Eles simplesmente não a aceitam e fazem o possível para continuar não acreditando nela. Recorrem a deuses para salvá-los sem ao menos usar prevenções adequadas.

E eu paro para pensar: "Eles não tem culpa! São criados, educados e condicionados a pensar assim! É preciso muita paciência e trabalho árduo para levar a devida informação e acabar com a ignorância do mundo."
Não podemos julgá-los e pensar que nós somos os donos da verdade ou que eles "têm o que merecem" pela atitude que tomam..... eles simplesmente NÃO SABEM! Precisamos respeitá-los até nisso.
E isso não é só um problema deles!
É nosso também!
É de todos que, quando olham uma situação dessas sentem um pingo de indignação e tristeza.

Aprendi, no grupo de dança do budismo que fiz parte quando nova, que se eu estiver dançando corretamente e brilhando no palco, mas se existir pelo menos uma dançarina errada, TODO O GRUPO foi fracassado. Se uma é derrotada, todas nós somos.
Penso que isso se aplique ao mundo também.

Beijo no pé de todos!

domingo, 20 de abril de 2008

Aos meus amigos!

(Bia, Rodrigo, eu e Cacheceiro, ontem, no niver do Denis - Como é bom estar com vocês!..)


(Eu e "as Robertas" no Capri em São Paulo - Profunda sabedoria!)

(Bia e Noelle no meu aniversário - Que delícia! Todas minhas!)
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Em alguns momentos na vida passamos por momentos difíceis e nessas horas descobrimos quem realmente está do nosso lado.

Passei por um período bem difícil.. Tentei me isolar do mundo. Poderia ter ficado só.. Poderia ficar triste por muito tempo.. Poderia até fazer alguma besteira..... Mas eles... Eles nunca deixariam.. Eles não deixaram!

E aqui vai minha homenagem a essas pessoas que representam muito na minha vida, meus amigos: Bia, Cachaça, Rodrigo, Roberta, Roberta e Noelle.

Amo demais vocês! Demais! Demais!

E para vocês que não desistem de mim, mesmo eu sendo essa amiga E.T. com sonhos tão loucos:

"Pode ser que um dia deixemos de nos falar.
Mas, enquanto houver amizade;
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe.
Mas, se a amizade permanecer;
Um do outro há de se lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos.
Mas, se formos amigos de verdade;
A amizade nos reaproximará

Pode ser que um dia não mais existamos.
Mas, se ainda sobrar amizade;
Nasceremos de novo,
um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe.
Mas, com a amizade;
Construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento

Que juntos viveremos e nos
Lembraremos pra sempre pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre;
A outra é acreditar que todas as coisas
São um milagre."

(Albert Einstein)

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Aniversário do meu velhinho!

(eu e ele em Luanda - Angola)
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Hoje é aniversário do meu papai!

Parabéns meu velhinho!

Te amo muitão!

Quero te ter sempre pertinho para me dar beijinhos no nariz (e ele faz isso até hoje!).

Quero ver meu barrigudinho inteiro e com saúde até ficar velhinho, porque quando os quatro netinhos (todos meus!) vierem correndo pedindo colo.... ai dele dizer que tá cansado ou com a coluna doendo?!....

Sinta-se ameaçado! rs

Te amo!

domingo, 13 de abril de 2008

O rio e a existência...

(eu em algum rio de Kerala - India)

Recebi esse texto de uma amiga: Lilian. É lindo! É perfeito! Resolvi postar aqui para não perdê-lo nunca mais!


"Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é o que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência.

Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.

Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento."

(Desconheço o autor)

sábado, 12 de abril de 2008

A estrada


"Existe uma única estrada e somente uma, e essa é a estrada que eu amo. Eu a escolhi. Quando trilho nessa estrada as esperanças brotam, e, o sorriso se abre em meu rosto. Dessa estrada nunca, jamais fugirei."

(Daisaku ikeda)

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Lembrança da India!

(aula de dança na casa de minha professora)

( menina indiana - olhares)


Hoje assisti mais um filme indiano e acabei tendo uns momentos saudosos em relação àquele lugar.

Sabe do que eu sinto mais falta na Índia? Das crianças!... dos seus olhares!
Aquela pureza que você vê nos olhos das crianças. Coisa difícil de ver aqui no Brasil.

Aqui as crianças aprendem as maldades da vida muito rápido. Vídeo-game, televisão, violência, cenas de sexo, má educação, má criação...

Aprendi muito com as crianças de lá. Em nenhum momento de minha viagem vi uma criança chorando por pirraça, uma mãe gritando com um filho ou batendo. o que vi durante todo o tempo que estive na India foi muito respeito de ambas as partes.

Lembro delas vindo correndo na nossa direção (passei por isso diversas vezes) e, rindo muito perguntavam: “What your name? kkkkkk”. Era linda essa cena! Provavelmente sabiam que nós éramos estrangeiras e, como estavam aprendendo inglês na escola, queriam se comunicar conosco. Aí eu respondia: “Elaine!” E elas soltavam gargalhadas e saíam correndo como se tivessem ganhado o dia com aquela resposta ou como se aquela informação trouxesse o mistério de um grande segredo.

Um episódio me marcou muito durante minha viagem:

Num dia, estávamos (eu e minhas amigas) observando a aula das meninas mais novas na casa de nossa professora de dança clássica indiana. Ficamos sentadinhas naquele quartinho calorento e cheirando a Índia, por alguns momentos esqueci o calor e o cheiro de suor de todas nós e pude observar uma cena que me ensinou profundamente.
Uma das alunas, uma menina belíssima, de olhos grandes e cabelo cortado na altura dos ombros, muito pequena e magrinha, estava na frente da classe, super concentrada na sua cansativa e “pesada” aula de dança.
Ao seu lado, sentada no chão e observando com carinho, estava sua mãe (muito comum às mães assistirem a aula bem ao lado das filhas). E a mãe observava sua pequena dançarina e a aluna se esforçava para cumprir as ordens da professora, sempre exigente.
O que me chamou a atenção foi a relação da menina com sua mãe naquele momento, o que, com certeza, é o tipo de relação que as mães têm com seus filhos na Índia.
O olhar da mãe para a pequena dançarina era limpo, puro, sem cobranças, sem promessas, sem ambições. Ela não estava preocupada no como as outras meninas estavam dançando, no nível que sua filha estava das outras alunas, se estava fazendo certo ou errado os passos, ela não se metia... ela estava apenas olhando sua pequena jóia em seu esforço de cumprir suas tarefas sem se importar de quem estivesse olhando, como eu, por exemplo.
Nem as broncas que a professora dava, fazia essa mulher piscar, ela não tirava os olhos da pequena e eu não tirava os olhos dela. E a aluna, não se importou em nenhum momento com o olhar de sua mãe.
O fato era inusitado para mim. Imaginei eu no lugar dessa menina. Se minha mãe assiste uma aula minha, eu ia ficar sem graça, ia tentar “me mostrar”, “fazer bonito”, me enrolaria toda, sei lá... E qualquer criança (acho eu, ou pelo menos aqui no Brasil) pensaria: “Hi! Lá vem minha mãe me olhando!...” ou: “Não posso errar, senão ela vai achar que não sou boa dançarina!” ou ainda: “Que saco! Ela não tem mais o que fazer, não?...”.
Bem, claro que não iria passar por isso de qualquer forma, porque não deixaria nunca minha mãe assistir uma aula minha! Óbvio!.... Não é óbvio isso?!...
O normal é agente querer mostrar o resultado “bonito”, sem falhas, sem expor nossas fraquezas e os “esporros” que tomamos.
E o que eu estava vendo era justamente o contrário do que considerava “normal” para essas ocasiões: Uma mãe acompanhando naturalmente a evolução e as broncas que sua filha levava na sua aula de dança e uma filha ao lado de sua mãe, sem vergonha de errar, sem pensar no que ela (a mãe iluminada) estaria pensando ao vê-la dançar.
Como não havia cobrança, não havia vergonha e assim, não havia medo.

Os corações estavam limpos: o da mãe, o da menina e o meu, pois pude entender a riqueza desse momento e gravar tudo isso no meu coração. Ela não fez nada demais, só dançou! Só se esforçou para fazer o seu passo mais correto e estava tão preocupada com isso que nem percebeu que eu estava vidrada nela e em sua mãe, e confesso: com algumas lágrimas descendo em meu rosto. E nem imagina que o seu rosto e o da sua simples mãe ficarão gravados na minha memória para sempre.

A cena foi simples: uma mãe vendo sua filha dançar, mas o aprendizado foi enorme: A cobrança afasta as pessoas, o orgulho destrói relações, a inveja separa corações e a confiança amarra destinos por uma vida inteira!

Obrigada grande mãe!
Obrigada pequena dançarina!
Obrigada pelo profundo ensinamento!
Estou tentando colocá-lo em prática na minha vida.

Elaine R.

domingo, 6 de abril de 2008

Para voar comigo


Essa foto aí em cima é para uma pessoa especial.... é bem a cara dessa pessoa.... que eu amo!... e espero que esteja sempre do meu lado... mesmo eu dando uns foras de vez em quando.... é só eu fazer um charme e ele sempre me perdoa.


Para nós:

"Faça seu Coração Vibrar!!! Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte por aquilo que faz seu coração vibrar".
(Osho)

Poderias acreditar no paraíso se o paraíso fosse tudo que tivesses?


Muita gente acha que minha vida é só India.... Nada disso!
Muito antes da India existir na minha vida, esse cara e sua louca banda: Smashing Pumpkins já haviam invadido meu coração.
Essa semana, ouvindo Smashing enlouquecidamente, uma música do Billy Corgan (esse é o cara!) me chamou atenção.
Ela expressa exatamente o que está em meu coração... é linda demais.... e é perfeita pra mim!!!!!
"Billy, pára de ler meus pensamentos! Já tá chato isso!"
With Every Light
Em Cada Luz
taking over, we're taking over
controlando, estamos no controle
throw the weight up off your shoulders,
tire o peso de cima dos seus ombros,
now that we can show our love
agora que podemos demonstrar nosso amor
it's almost over, it's almost over
quase acabando, tá quase acabando
no more war and no more soldiers
sem mais guerras e sem mais soldados
to stand against his love
pra enfrentar o amor dele
away with all the troubles that you've made
distante de todos os problemas que você criou
away with waiting for another day
acabou a espera por um outro dia
away
acabou
look ma, the sun is shining on me
mãe, o sol tá batendo em mim
impatient, in love and aching to be
Impaciente, apaixonado e padeci pra estar
could you believe in heaven
poderias acreditar no paraíso
if heaven was all you had
se o paraíso fosse tudo que tivesses?
we’re taking over, we're taking over
assumindo, estamos assumindo
throw away your four-leaf clovers
jogue fora seus trevos de quatro folhas
sand stand beside this love
e apoie este amor
.....
and every light i've found
e cada luz que achei
is every light that's shining down on me
é uma das luzes que brilham sobre mim
.....

Meu mundo primeiro: a India

Depois da viagem à India que fiz, minha visão de mundo, de pessoas e de mim mesma foi reformulado. Esse país mexeu muito comigo, vai mexer sempre. Amei a India e todas as possibilidades que ela abriu em mim.

Resolvi começar esse blog escrevendo, merecidamente, sobre ela.


E faço minhas as palavras de Jean-Claude Carrière:
" É difícil amar a Índia. A Índia não é um país charmoso, a começar pela paisagem, logo esquecida por causa da presença humana que tanto se impõe em todos os lugares. Quem não gosta dos homens não deve ir à Índia. A multidão é aqui a principal paisagem. Ela é o ator de todas as coisas. Sem dúvida, é por isto que, na literatura indiana de todos os tempos, os personagens são frequentemente atraídos para o exílio e a solidão, a renúncia, a partida. Que o visitante não se engaje nesta via de isolamento seria o meu primeiro conselho. Que aceite a multidão, que se misture com ela, que nela se perca. Primeira condição do amor: o contato."