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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Mantenha cheio o seu balão…


Esse é um dos textinhos que recebi de ano novo...
Lindinho!... Lindinho!...
E agradeço à amiga Nubia por esse pedacinho de sabedoria.

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Mantenha cheio o seu balão…
Em qualquer lugar do mundo, quando encontramos uma casa ou um ambiente cheio de balões, imaginamos que por lá há festa; há alegria. É impossível estarmos constantemente motivados e por isso, devemos descobrir e valorizar pequenos triunfos e vitórias que nos motivem. Pense:
O segredo da motivação, esta em saber encher o seu próprio balão.
Procure relembrar as grandes conquistas e vitórias de sua vida. Todos temos grandes momentos e alegrias. Relembre-os sempre.
Perceba em sua vida os balões coloridos à sua volta. O nascer do sol, o beijo da pessoa amada, o céu azul, o sorriso de uma criança, uma linda estrela no céu. A auto-motivação, se encontra nos pequenos detalhes.
O ar para encher o seu balão vem de dentro. Estimule pensamentos e atitudes positivas, elogie os colegas de trabalho, as pessoas de sua família e, por que não, a si mesmo.Valorize sua vida, perceba tudo o que você já conquistou e não o que você poderia ter. Na maioria dos casos temos muito a agradecer.
Assim como em final de festa, às vezes seu balão estará murcho. O segredo maior é saber renovar constantemente o seu oxigênio.
Descobrir o que o motiva, quais os seus pontos fortes e aquilo que você efetivamente gosta de fazer, é seu grande desafio!


FELIZ NOVAS POSSIBILIDADES!!!
FELIZ 2009…

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Carta de Ano-Novo


Vou colocar aqui um texto muito importante para nós Budistas. Ele fala sobre o início do Ano, o início de novos desafios, o momento de parar e refletir sobre o que vamos fazer daqui para frente, de como vamos direcionar nossa luta, qual das nossas atitudes serão revistas para não cometermos os mesmos erros do passado.

É lógico que o início é sempre continuidade, mas vale muito a pena aproveitar esse sentimento de renovação e começar novos desafios...


"Recebi cem bolinhos de arroz cozidos a vapor e um cesto de doces. O dia de ano-novo marca o primeiro dia, o primeiro mês, o início do ano e o início da primavera(*). Quem celebra esse dia tornar-se-á mais virtuoso e será amado por todos. Será como a lua que gradualmente se torna cheia à medida que se move do oeste para o leste ou como o sol que se torna cada vez mais brilhante em sua trajetória do leste para o oeste. Considerando a questão de onde estão o inferno e o Buda, um sutra diz que o inferno está debaixo da terra enquanto um outro diz que o Buda está no oeste. Entretanto, uma análise mais cuidadosa revela que ambos existem em nosso próprio corpo. De fato, o inferno está no coração da pessoa que insulta seu pai ou desrespeita sua mãe. É como a semente de lótus que contém tanto a flor como o fruto. Da mesma forma, o Buda habita nosso coração. Por exemplo, a pederneira contém o potencial para produzir fogo e as jóias possuem um valor intrínseco. Nós, seres humanos, não enxergamos nem nossos próprios cílios, que estão tão próximos, nem o céu distante. Da mesma maneira, não conseguimos compreender que o Buda existe em nosso coração."


(*) O primeiro dia, o primeiro mês, o início do ano e o início da primavera: de acordo com o calendário lunar utilizado na época de Daishonin, o início da primavera começa em janeiro.


Resumo e Cenário Histórico
Nitiren Daishonin escreveu esta carta para a esposa de Omossu, irmã mais velha de Nanjo Tokimitsu, em agradecimento pelos sinceros oferecimentos enviados por ela no início do ano. A carta é datada de 5 de janeiro, porém sem a indicação do ano. Assim, embora se saiba que Nitiren Daishonin tenha escrito esta carta no Monte Minobu, nos últimos anos de sua vida, o ano exato não é conhecido (Nitiren faleceu em 13 de Outubro de 1282).
O ano-novo sempre foi considerado uma época de deixar o passado para trás e começar de novo. De acordo com o calendário lunar japonês utilizado na época de Daishonin, o ano-novo coincidia também com o início da primavera.
Quando uma pessoa se dedica seriamente à prática budista, é a sua fé no presente, e não o seu carma do passado, que exerce a influência determinante em sua vida. Assim, por meio desse grande poder da fé, nós podemos “começar a partir de agora”, em qualquer momento que nós determinarmos. Contudo, o dia de ano-novo é uma ocasião especificamente destacada para esse propósito, quando toda atmosfera que nos cerca apóia o espírito de começar renovadamente. Nitiren Daishonin nos ensina que celebrar esse dia fazendo oferecimentos ao Gohonzon (pergaminho localizado dentro do oratório que significa não mais que o nosso próprio coração) é uma fonte de imensa boa sorte. Fazer oferecimentos no ano-novo serve para expressar tanto a nossa gratidão quanto a nossa decisão de continuar a nossa luta, aprofundando ainda mais nossa fé no ano que se inicia.
O budismo ensina que o presente momento abrange o futuro, e que cada causa contém o seu efeito. Nesta perspectiva, a maneira como saudamos o ano-novo é bastante importante. Uma grande diferença pode resultar entre o ato de considerá-lo um dia a mais entre muitos outros, ou como um novo início que abriga em si as sementes do desenvolvimento do ano inteiro.

domingo, 28 de dezembro de 2008

A gente se acostuma...

Textinho para pensar no fim do ano...

"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma."

(Marina Colasanti)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O Riacho e o pântano...


"Era uma vez, um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano, por onde deveria passar, olhou, então, e protestou: “Que castigo!...”.
Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso e você me obriga a um pântano sujo como este? Como faço agora?”“.
O Universo respondeu:
“Isso depende da sua maneira de encarar o pântano”.
Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo do seu curso, dará voltas e inevitavelmente acabarás misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele.
Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens e o vento levará essas nuvens sobre o oceano.
Ai, você se transformará em mar."

*****

Assim é a vida...
As pessoas engatinham nas mudanças...

Na maioria das vezes quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a fluidez, a força... É preciso entrar pra valer nos projetos da vida, até que o rio se transforme em mar. Se uma pessoa passar a vida toda evitando o sofrimento, também acabará evitando o prazer que a vida oferece.
Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los.
Há tesouros guardados num projeto, numa praia deserta, nas montanhas, numa noite estrelada, numa viagem inesperada, numa busca desejada...
O mais importante é ir ao encontro deles..., ainda que isso exija uma boa dose de coragem e desprendimento.
Não procure sofrimento. Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.
Arrisque, ouse, avance na vida. Ela é uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.
*****
Agradeço à amiga Lilian Câmara pelo belíssimo e verdadeiro texto...
Agente cansa de ouvir esse tipo de orientação, não é mesmo?! Difícil colocar em prática!
Mas não é impossível e quando agente consegue...... mermão.... o que mais seria dificuldade? NADA!

Beijo no...... pé!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Vem!

O texto abaixo dispensa comentários...
Apenas o meu momento...
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"Vem.
Conversemos através da alma.
Revelemos o que é secreto aos olhos e ouvidos.
Sem exibir os dentes, sorri comigo, como um botão de rosa.
Entendamo-nos pelos pensamentos, sem língua, sem lábios.
Sem abrir a boca, contemo-nos todos os segredos do mundo, como faria o intelecto divino.
Fujamos dos incrédulos que só são capazes de entender se escutam palavras e vêem rostos.
Ninguém fala para si mesmo em voz alta.
Já que todos somos um, falemos desse outro modo.
Como podes dizer à tua mão: "toca", se todas as mãos são uma?
Vem, conversemos assim.
Os pés e as mãos conhecem o desejo da alma.
Fechemos pois a boca e conversemos através da alma.
Só a alma conhece o destino de tudo, passo a passo.
Vem, se te interessas, posso mostrar-te."
(Rumi)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Festa no Apartamento!!!!


Descobertas!
O texto abaixo é de Martha Medeiros.
A cada dia que passa, me dou conta que isso é a pura verdade. Achamos que felicidade é uma grande coisa, quando na verdade são nossas pequenas conquistas...
Vamos entender que a melhor música é a que toca no "nosso apartamento".
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"Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?
Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, Antonio Cícero,uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento".
Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes... Falsos sorrisos... Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das angústias. Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada; todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo".Nesta era de exaltação de celebridades fica difícil mesmo achar que a vidada gente tem graça. Mas tem.
Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.
As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento!"

Cheers!
Beijo no Pé!

domingo, 11 de maio de 2008

Um homem precisa viajar...

Mais um texto...
Esse eu amo!
Como amo tudo que coloco aqui nesse blog...
Duro e realista esse texto tenta, de alguma forma, acabar com preconceitos...
Vamos viajar!
Vamos abrir o coração para o novo!
Vamos ver o mundo como ele realmente é!
Vamos ter opinião própria!

"... Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver".
Amir Klink

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Não páre de correr!... Não páre!... Continue!...


Resolvi colocar no blog o texto que me ajuda a tomar decisões na vida desde que eu comecei a lutar pelos meus objetivos.
É bem simples, é bem bonitinho... Próprio para crianças. Mas eu acho muito profundo e mexe muito comigo.
Por ter sonhos considerados "diferentes", sempre precisei deixar de dar ouvidos as pessoas e correr... correr... correr...

Lancei objetivos grandes! Vou precisar seguir o exemplo desse sapo. Vou precisar SER esse sapo... mais uma vez... e quantas vezes forem necessário. Nada me segura!

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"Era uma vez uma corrida de sapinhos: o objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição... mas a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre.
O que mais se ouvia era:
- Que pena, esses sapinhos não vão conseguir.... não vão conseguir!
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo. E a multidão continuava gritando:
- Que pena, esses sapinhos não vão conseguir.... não vão conseguir!
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um, menos aquele que continuava tranqüilo, embora arfante. Ao final da competição, todos haviam desistido, menos ele. A curiosidade tomou conta de todos.... queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo."

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Preciso falar mais alguma coisa???
Há sim!...
Beijo no pé de todos!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Pensem nela!...

Gostaria hoje de deixar uma frase que considero muito verdadeira.
Não estou deixando aqui exatamente por causa da postagem anterior, onde me referia sobre a cultura "americanizada", tampouco sobre a ignorância cultural. Essa frase é muito mais que isso!
... É só uma frase para pensar...
... pensem nela!
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“O fato de milhões de criaturas compartilharem os mesmos vícios não os transformam em virtudes; o fato delas praticarem os mesmos erros não os transformam em verdades e o fato de milhões de criaturas compartilharem a mesma forma de patologia mental não torna estas criaturas mentalmente sadias”.
(Erich Fromm)
Beijo no pé!

domingo, 20 de abril de 2008

Aos meus amigos!

(Bia, Rodrigo, eu e Cacheceiro, ontem, no niver do Denis - Como é bom estar com vocês!..)


(Eu e "as Robertas" no Capri em São Paulo - Profunda sabedoria!)

(Bia e Noelle no meu aniversário - Que delícia! Todas minhas!)
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Em alguns momentos na vida passamos por momentos difíceis e nessas horas descobrimos quem realmente está do nosso lado.

Passei por um período bem difícil.. Tentei me isolar do mundo. Poderia ter ficado só.. Poderia ficar triste por muito tempo.. Poderia até fazer alguma besteira..... Mas eles... Eles nunca deixariam.. Eles não deixaram!

E aqui vai minha homenagem a essas pessoas que representam muito na minha vida, meus amigos: Bia, Cachaça, Rodrigo, Roberta, Roberta e Noelle.

Amo demais vocês! Demais! Demais!

E para vocês que não desistem de mim, mesmo eu sendo essa amiga E.T. com sonhos tão loucos:

"Pode ser que um dia deixemos de nos falar.
Mas, enquanto houver amizade;
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe.
Mas, se a amizade permanecer;
Um do outro há de se lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos.
Mas, se formos amigos de verdade;
A amizade nos reaproximará

Pode ser que um dia não mais existamos.
Mas, se ainda sobrar amizade;
Nasceremos de novo,
um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe.
Mas, com a amizade;
Construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento

Que juntos viveremos e nos
Lembraremos pra sempre pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre;
A outra é acreditar que todas as coisas
São um milagre."

(Albert Einstein)

domingo, 13 de abril de 2008

O rio e a existência...

(eu em algum rio de Kerala - India)

Recebi esse texto de uma amiga: Lilian. É lindo! É perfeito! Resolvi postar aqui para não perdê-lo nunca mais!


"Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é o que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência.

Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.

Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento."

(Desconheço o autor)

domingo, 6 de abril de 2008

Para voar comigo


Essa foto aí em cima é para uma pessoa especial.... é bem a cara dessa pessoa.... que eu amo!... e espero que esteja sempre do meu lado... mesmo eu dando uns foras de vez em quando.... é só eu fazer um charme e ele sempre me perdoa.


Para nós:

"Faça seu Coração Vibrar!!! Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte por aquilo que faz seu coração vibrar".
(Osho)